ACREDITAR É A FORÇA QUE NOS PERMITE SUBIR E ALCANÇAR OS MAIORES DEGRAUS DA ESCADA DA VIDA !

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

TÉCNICAS DE APRESENTAÇÃO


         Acredito que o leitor, em algum momento da sua vida se deparou com a necessidade de desenvolver uma apresentação no ambiente de trabalho, na escola ou mesmo nos grupos sociais nos quais fazemos parte. Se ainda não teve este tipo de demanda fique tranquilo: ela vai acontecer mais cedo ou mais tarde. A insegurança e o temor da exposição pública mediante um ambiente novo e não controlado são sentimentos comuns à todos os oradores,  artistas, etc... desde o mais jovem até o mais experiente. Pois bem, relembro ao leitor que a comunicação faz parte da natureza humana assim como a necessidade de nos relacionarmos em sociedade. Então por que tanta insegurança?  Neste artigo eu exponho algumas informações acadêmicas sobre a comunicação interpessoal e também algumas dicas para que as apresentações (principalmente as empresariais) passem a ser tratadas de forma mais natual e tranquila.


A COMUNICAÇÃO

A comunicação é utlizada para influenciar as outras pessoas e pode ser classificada como VERBAL (realizada pelo verbo / oral e escrita) e NÃO VERBAL (expressão corporal. Gestos, sinais olhares, expressões faciais, etc...). Os três componentes essenciais da influência humana na comunicação são:
7% VOZ - transmissão de energia, emoção, entusiasmo.
38%% TOM DE VOZ - refere-se ao VOLUME – falar mais alto ou mais baixo / projetar a voz
52% EXPRESSÃO CORPORAL - gesticulação e movimentação. Os gestos complementam as palavras e devem ocorrer de forma natural e coerente.  Obs: Quanto à movimentação devemos sempre evitar movimentos sem objetivo pois os mesmos "roubam a atenção" àquilo que está sendo apresentado. Se não há motivo para o movimento, então, não gaste energia.
De forma objetiva, o êxito da comunicação interpessoal está muito mais relacionado à expressão corporal, ou seja, à comunicação não verbal. O êxito da comunicação está no fato do receptor compreender o que lê e ouve. Para que isso ocorra, a mensagem precisa estar em um código comum ao emissor e ao receptor e ambos precisam estar em um mesmo patamar de conhecimento. Dentro da comunicação não verbal destacamos a postura, expressões faciais, movimento dos olhos, do rosto. Nossa comunicação não verbal nos conta  a verdade sobre quem somos e o que sentimos e ajuda a traduzir o que muitas vezes as palavras não conseguem.

APRESENTAÇÕES EMPRESARIAIS

Segundo o Professor Ney Pereira "A APRESENTAÇÃO EMPRESARIAL É UM MONÓLOGO PERSUASIVO, QUE ANTECEDE A APRESENTAÇÃO."

Como devemos subdividir uma apresentação?
 De 30 segundos à 4 minutos é o tempo necessário para se estabelecer um conceito a respeito do apresentador e ocorre a decisão do receptor em ouvir ou não ouvir o que está será dito. A concentração  é a maior dificuldade psicológica que se apresenta no mundo corporativo pois somos impactados por diversos meios que nos desviam do foco principal.
Em qualquer apresentação precisamos considerar 3 pontos principais:
 O ASSUNTO – ABRANGÊNCIA E ABORDAGEM. O assunto é conhecido pelo apresentador? É conhecido pelos ouvintes? Como será a abordagem do tema?
 O OBJETIVO – INFORMAR, INFLUENCIAR, RECOMENDAR, PERSUADIR, ENTRETER. Qual o objetivo da apresentação? Trata-se de uma apresentação com cunho de desenvolvimento técnico? Como o apresentador deseja atingir os ouvintes mediante o objetivo da apresentação?
 A AUDIÊNCIA – NÚMERO DE PESSOAS, INTERESSES, IDADES, ATITUDES, OCUPAÇÃO, EXPECTATIVAS, FORMAÇÃO, DESEJOS. Em outras palavras, para quem o apresentador irá fazer a apresentação?
Ao planejar uma apresentação precisamos nos ater à 3 ciglas importantes, ou seja, VIP, PIE E COMA. Abaixo faço um descritivo de cada uma delas:
ABERTURA - VIP
Vocativo – é o cumprimento . “bom dia, boa tarde”
Identificação – objetiva deixar a audiência mais próxima e com vontade de ouvir o apresentador. Possibilidades: falar sobre um lugar comum ou conhecido por todos, falar sobre uma pessoa ou circunstância;
Proposição – DNA da apresentação. Dizer em poucos segundos por que está ali. É objetiva, e provoca os ouvintes. Esclarece em poucos segundos o que, por que, quem, onde e como.
DESENVOLVIMENTO – PIE
Persuasão – levar alguém a acreditar ou a aceitar uma idéia, uma proposta. Levar as pessoas a agir de acordo com sua vontade.
Informação – Exemplos, comparações, estatísticas, pesquisas, testemunhos, teses ou estudos técnicos ou científicos.
Entretenimento – Argumentos relaxantes e divertidos para entreter o público. Charge, histórias, piadas, vídeos, etc...
FECHAMENTO – COMA
Concentração – levantar uma reflexão, fazer uma citação, fale dos seus sentimentos e da sua experiência com o grupo, o que está sentindo na partida, revelar expectativas, falar da vontade de voltar;
Motivação – elogiar honestamente os ouvintes, aproveitar um fato bem humorado, utilizar uma circunstância
Ação –Apelar para a ação, provocar arrebatamento nos ouvintes.

Finalizo este post dizendo que o medo de falar em público é uma circunstancia comumente encontrada no comportamento das pessoas mas ele não deve ser um fator limitante ou impeditivo da nossa ação. Com um bom planejamento e algumas dicas básicas tenho certeza que a sua apresentação será um sucesso!

Estevão Vulcano
MBA Gestão Comercial - Fundação Getulio Vargas


sexta-feira, 19 de julho de 2013


WHAT SUCCESSFUL PEOPLE KNOW?


Ao contrário do que se pensa ou daquilo que costumamos pensar (pois fomos condicionados desta maneira), o erro e o insucesso fazem parte da nossa vida. Somos avaliados cartesianamente quando realizamos uma prova na escola, nos nossos resultados no trabalho e mesmo em nossa vida pessoal; o sucesso e o insucesso caminham sempre lado a lado e a pressão por resultados é sentida em todas as situações da vida. Errar ou acertar? Vender ou perder?  Já dizia o velho ditado que “só não erra quem não tenta”. Pois bem, esta semana eu recebi a imagem abaixo e achei muito interessante.



De fato, a maioría das pessas pensa que existem apenas 2 caminhos na vida: o caminho do sucesso e o caminho do erro e da falha. Tenho certeza de que todos nós, ao idealizarmos um plano profissional ou mesmo um objetivo pessoal nos concentramos muito mais em como o atingimento de determinado objetivo será bom e prazeroso  para nós. É sempre muito melhor pensar naquilo que nos fará bem e deixar de lado (pelo menos por alguns momentos) pensamentos sobre possíveis problemas e intercorrências que podem ocorrer ao longo da jornada. Centrados em nosso “bem estar” muitas vezes nos esquecemos de que na vida não existe o certo, o errado, o bom ou o ruim pois tudo dependerá da maneira através da qual interpretamos o mundo à nossa volta e também a forma como percebemos a interpretação que o mundo faz sobre nós.  “Não vemos as coisas como elas são, nós as vemos como nós somos!” – Anaïs Nin.
Diante de todo o exposto a grande pergunta é: - Como cada um de nós encara os insucessos e falhas da vida? Para sermos mais objetivos, vamos centrar este questionamento somente no âmbito profissional. Se temos tanto medo do insucesso, por que insistimos em acreditar nos desdobramentos do destino e na sorte? Não digo aqui que não devemos sonhar ou acreditar em nosso feeling profissional porém, já dizia um velho provérbio Japonês: “Visão sem ação é um sonho. Ação sem visão é um pesadelo!”. Para onde e como devemos agir:?  Pois bem prezado Gestor, não desejo aqui roubar mais o tempo de vocês e assim sendo apresento-lhes um último ponto de questionamento: -Você sabe para onde, por que e como você conduz suas ações profissionais?  Nossa visão de mundo contempla o aprendizado a cada derrota ou nos condicionamos à reclamar sempre que o problema ocorrer novamente? Você se dá ao direito de errar e quando errar novamente, errar de forma diferente? Você tem disposto de tempo de energia para se planejar da maneira adequada?

Pensem nisso e forte abraço!

Estevão Vulcano
GESTÃO COMERCIAL - FGV